Depositphotos_14214109_s

O azeite é um dos óleos vegetais mais consumidos no Brasil, perdendo somente para o óleo de soja, muito utilizado na preparação de receitas super tradicionais. O azeite de oliva tem sido considerado um alimento bastante rico em qualidade nutricional e é exatamente por esse motivo que os consumidores vêm prestando mais atenção às características desse produto na hora de escolher o frasco ideal para levar para casa. Mas e você, sabe diferenciar os vários tipos de azeite? Quer conhecer um pouco mais sobre esse alimento tão presente em nossa alimentação? Pois então confira já nosso post:

A importância do azeite para a saúde

O azeite é um alimento com altíssimo valor nutricional, graças à presença de ácidos graxos essenciais para a nossa saúde, capazes de atuar em diversas situações metabólicas do organismo. A ingestão regular de azeite tem sido relacionada com a melhora do perfil lipídico, reduzindo a produção de colesterol circulante no sangue e ajudando a controlar os triglicérides. Além disso, a melhora a resposta anti-inflamatória, devido à presença de antioxidantes, e a regularização do trânsito gastrointestinal, reduzindo desconfortos na região. Não é à toa que o azeite é o ingrediente principal da tão elogiada dieta mediterrânea, considerada como sendo um dos hábitos alimentares mais saudáveis do mundo.

Os diversos tipos de azeite

Como hoje em dia há vários tipos de azeite no mercado, é preciso saber diferenciar cada versão desses produto para escolher a que melhor atende ao seu objetivo final. Vamos dar uma olhadinha nos azeites mais comumente encontrados no mercado brasileiro?

Azeite extra virgem

É o mais puro dos óleos de oliva, rico em vitaminas e minerais. Sua acidez é considerada uma das mais baixas do mercado, permitindo que seus óleos sejam consumidos de maneira mais pura, podendo beneficiar ainda mais nossa saúde.

Azeite virgem

Essa versão do azeite é um pouquinho mais ácida do que a versão extra virgem, sendo considerada o segundo tipo mais nutricionalmente relevante para a saúde humana.

Azeite comum ou composto

Já essa é uma mistura de vários óleos vegetais, com algum percentual de óleo de oliva. Seu valor nutricional é baixo e seu sabor não é considerado um dos mais apreciados pelos especialistas.

Azeite refinado

Essa é a versão de azeite com maior acidez, por causa de sua preparação e seu refinamento. Por causa desse processo, a qualidade nutricional, a cor, o sabor e o aroma são consideravelmente alterados, transformando o produto em uma ótima alternativa para ser utilizada em misturas na criação de molhos.

As características de um bom azeite

São vários os fatores externos que influenciam na formação de um bom óleo de oliva. A condição do solo e do clima, por exemplo, são capazes de alterar o desenvolvimento da azeitona, assim como a maneira como a extração do óleo é feita. A forma de prensagem e batida do azeite também podem influenciar no sabor e odor final do produto.

Um azeite muito ácido, por exemplo, não costuma ser muito bem recebido pela culinária, porque sua digestão é mais difícil, além de o sabor e o odor também ficarem prejudicados. Mas não é somente essa característica que ajuda na escolha de um bom azeite. É possível encontrar azeites com baixa acidez, mas com outros diversos defeitos de sabor. Por isso é tão importante realmente saber avaliar o óleo de oliva ideal, fazendo uma análise sensorial mais detalhada. Assim, sempre que for possível, peça para saborear o azeite antes de decidir por levá-lo para casa!

Nossas dicas de cuidado com a escolha

Quando for comprar um óleo de oliva, dê preferência a rótulos com garrafas escuras, que evitam a oxidação do produto pela luz. Depois de aberto, o azeite deve ser consumido em até dois meses, também para evitar sua oxidação.

O azeite tem uma importante relevância na qualidade da nossa alimentação, na nossa culinária e na nossa saúde. Agora que você já aprendeu a escolher o melhor tipo de azeite, comente aqui e compartilhe suas preferências conosco. Qual é sua versão de azeite favorita? Participe!