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Com a enorme quantidade de óleos para consumo encontradas no mercado brasileiro, fica difícil saber quais as características de cada um e em quais situações utilizar algum tipo específico. Vamos listar abaixo os tipos de óleos disponíveis no varejo e citar suas principais características nutricionais. Confira!

Óleo de soja

O óleo mais comumente conhecido e amplamente consumido no Brasil é o de soja. Muito mais procurado por seu preço do que por suas características nutricionais, este óleo é um dos mais estáveis durante processo de aquecimento, não desnaturando suas propriedades nutricionais. Por este motivo, é o mais recomendado para cocções longas, para assar e grelhar. É rico em ômega 6, mas seu percentual de gorduras saturadas pode chegar a 15% do valor calórico total.

Óleo de girassol

Com sabor marcante, mas igualmente estável ao óleo de soja, o óleo de girassol também entra na rota dos mais vendidos e consumidos no Brasil. Pode ser utilizado em saladas, cru ou para refogar, assar e grelhar alimentos. Seu teor de gordura saturada é menor do que o óleo de soja, chegando a 10%, mas seu sabor não agrada a todos os paladares.

Óleo de canola

O consumo do óleo de canola foi bastante questionado no início da década, por ser considerado um alimento tóxico e prejudicial à saúde, mas esta situação foi desmitificada recentemente, já que muitos estudos científicos provaram que o óleo de canola é uma das melhores opções para óleo de cocção na nossa alimentação. Ele é rico em ômega 3, vitamina E, gorduras monoinsaturadas e tem baixo teor de gordura saturada. Age diretamente no controle dos níveis de colesterol e triglicérides, além de ter perfil antioxidante. O óleo de canola é considerado o melhor dentre os óleos disponíveis para consumo humano, para cocção.

Óleo de Milho

Comum nas prateleiras de supermercados, mas com apelo menor que os óleos de soja, girassol e canola, o óleo de milho é outro de sabor marcante, mas mais agradável. Uma característica nutricional importante é sua grande concentração de vitamina E, encontrada em maior quantidade do que em outros óleos de mesma faixa de preço. Também pode ser aquecido sem preocupação, para refogar ou grelhar, mas pode ser consumido cru.

Óleo de oliva

O óleo de oliva, ou azeite, é o mais importante da alimentação humana. Ele é a principal fonte de ácidos graxos monoinsaturados de nossa rotina alimentar, permitindo melhora constante do nosso perfil de colesterol e triglicérides sanguíneos. É rico em ômega 3, que age também no controle da pressão arterial e na redução do colesterol LDL. Além disso, o azeite também é fonte de vitamina E, que é um antioxidante natural, e também funciona como um lubrificante para o funcionamento intestinal. Sua única desvantagem é que, diferente dos outros óleos, o azeite deve ser consumido cru ou passar por aquecimento rápido e em temperaturas baixas, já que seus ácidos graxos se desnaturam facilmente em ambientes quentes.

Óleo de linhaça

A linhaça é uma semente conhecida por seu elevado teor lipídico, sendo classificada como um alimento oleaginoso. Por este motivo ela é fonte de ácidos graxos essenciais como o ômega 6 e 3, que têm ação antioxidante e melhora do nosso perfil lipídico, reduzindo os teores de colesterol e triglicérides sanguíneos. O óleo de linhaça não é tão comum nas prateleiras de mercado, mas é bastante procurado por seu valor nutricional.

Óleo de coco

O coco é também é um alimento oleaginoso. Seu óleo é rico em ácidos graxos de cadeia média, que são mais facilmente absorvidos por nosso organismo e tornam-se fonte imediata de energia, ao contrário dos ácidos graxos de cadeia longa. Esse óleo também apresenta uma importante característica, que é aumentar a sensação de saciedade, auxiliando no controle da ingestão alimentar, com redução da quantidade de calorias consumidas ao longo do dia.

Óleo de gergelim

A procura por óleo de gergelim tem aumentado nos mercados de todo o país. Sua característica mais importante é a grande concentração de ácidos graxos essenciais, como o ômega 6 e o ômega 9, e a baixa concentração de gorduras saturadas. Os ômegas são relacionados com o aumento do colesterol bom e diminuição do colesterol ruim. Além disso, o óleo de gergelim também é uma opção estável para cocção, visto que não sofre degeneração de seus compostos nutricionais após superaquecimento.

E aí, gostou do nosso artigo? Restou alguma dúvida? Conhece algum outro óleo que não citamos nesta lista? Conte para nós através dos comentários abaixo!

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